17.10.06
Medicina: uma aliada dos atletas
Os reflexos dos avanços da medicina também podem ser claramente vistos no esporte. O surgimento de novas tecnologias, além da capacitação dos profissionais da área, torna cada vez mais eficaz o tratamento e a recuperação de atletas lesionados. Vários são os casos de sucesso na recuperação de cirurgias e contusões dentro do esporte no Brasil e no mundo. Talvez, um dos mais bem sucedidos seja o caso de Ronaldo Fenômeno, atacante do Real Madrid da Espanha. Após sofrer uma grave lesão no joelho, ter passado por duas cirurgias e ficar durante um longo período em recuperação, Ronaldo, contrariando todas as estatísticas, voltou aos gramados no ano de 2001.
Outro que também passou por uma delicada cirurgia, foi o ex-jogador que atuou no Cruzeiro e no América, Humberto José Inácio, 55 anos. Humberto teve os ligamentos do tornozelo operados no final da década de 80. Apesar de ter se recuperado bem e voltado aos campos em sete meses, ele disse que a situação foi preocupante. “Na época da lesão, eu me lembro de perguntar ao médico se eu poderia voltar a jogar futebol. Ele respondeu: torça para você voltar a andar” afirma.
Atualmente, os maiores clubes do futebol brasileiro contam com equipes de profissionais da saúde prontos para dar toda assistência e apoio aos atletas. Cada vez mais, médicos, fisioterapeutas, psicólogos, fisiologistas, nutricionistas etc se especializam em medicina esportiva. Eles desenvolvem trabalhos de prevenção, informação, recuperação e acompanhamento junto aos atletas.
Moacir Eustáquio Antunes, 62 anos, ex-zagueiro do Vasco da Gama, reconhece a importância desses profissionais na carreira de um atleta, mas acredita que o trabalho deles também pode comprometer a arte do futebol. “O futebol moderno é caracterizado pela força. O talento do jogador acaba ficando prejudicado” explica.
No Brasil existe uma instituição especializada em medicina esportiva. A Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte (SBME), fundada em 1962. A SBME é reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e filiada à Federação Internacional de Medicina Esportiva (FIMS), à Confederação Pan-americana de Medicina do Esporte (COPAMEDE) e à Confederação Sul-americana de Medicina do Esporte (COSUMED).
Além de contar com várias regionais espalhadas por todo o Brasil, que “desenvolvem atividades científicas regularmente”. De acordo com o site da instituição, a SBME se dedica à “educação continuada e aperfeiçoamento científico de seus membros através de congressos, seminários, simpósios e cursos de atualização, além da melhoria da qualidade de vida da população através da atividade física e do esporte”.
Pedro Valentim
Informação Esportiva
Outro que também passou por uma delicada cirurgia, foi o ex-jogador que atuou no Cruzeiro e no América, Humberto José Inácio, 55 anos. Humberto teve os ligamentos do tornozelo operados no final da década de 80. Apesar de ter se recuperado bem e voltado aos campos em sete meses, ele disse que a situação foi preocupante. “Na época da lesão, eu me lembro de perguntar ao médico se eu poderia voltar a jogar futebol. Ele respondeu: torça para você voltar a andar” afirma.
Atualmente, os maiores clubes do futebol brasileiro contam com equipes de profissionais da saúde prontos para dar toda assistência e apoio aos atletas. Cada vez mais, médicos, fisioterapeutas, psicólogos, fisiologistas, nutricionistas etc se especializam em medicina esportiva. Eles desenvolvem trabalhos de prevenção, informação, recuperação e acompanhamento junto aos atletas.
Moacir Eustáquio Antunes, 62 anos, ex-zagueiro do Vasco da Gama, reconhece a importância desses profissionais na carreira de um atleta, mas acredita que o trabalho deles também pode comprometer a arte do futebol. “O futebol moderno é caracterizado pela força. O talento do jogador acaba ficando prejudicado” explica.
No Brasil existe uma instituição especializada em medicina esportiva. A Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte (SBME), fundada em 1962. A SBME é reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e filiada à Federação Internacional de Medicina Esportiva (FIMS), à Confederação Pan-americana de Medicina do Esporte (COPAMEDE) e à Confederação Sul-americana de Medicina do Esporte (COSUMED).
Além de contar com várias regionais espalhadas por todo o Brasil, que “desenvolvem atividades científicas regularmente”. De acordo com o site da instituição, a SBME se dedica à “educação continuada e aperfeiçoamento científico de seus membros através de congressos, seminários, simpósios e cursos de atualização, além da melhoria da qualidade de vida da população através da atividade física e do esporte”.
Pedro Valentim
Informação Esportiva